Anéis, correntes, brincos e pulseiras carregam histórias. Este guia reúne tudo o que você precisa saber para que a sua continue brilhando por toda a vida.
Joias em ouro são feitas para atravessar gerações. Com os cuidados adequados, elas mantêm seu brilho, beleza e valor por muitos anos, preservando histórias e momentos especiais.
Todas as nossas joias são ouro de verdade, do início ao fim: nunca banhado, nunca folheado. Trabalhamos com duas ligas diferentes, cada uma com sua personalidade e seu tipo de cuidado.
Também é ouro de verdade, com uma proporção maior de liga metálica em sua composição. Isso o torna naturalmente mais resistente a riscos e amassados, com uma coloração um pouco mais clara que a do 18K. Ótima escolha para peças de uso diário mais intenso.
Coloração mais intensa e brilho mais vivo: a liga clássica das joias de maior valor, como alianças, anéis de noivado e peças cravejadas.
Ambas as ligas pedem os mesmos cuidados básicos deste guia.
Conheça os pontos de atenção de cada uma das suas joias favoritas.
De toda a joalheria, o anel é a peça que mais sofre contato direto: as mãos tocam maçanetas, bolsas, chaves, panelas. Essa exposição constante o torna o mais propenso a amassados, especialmente em modelos de aro fino. Quando há uma pedra cravejada, o cuidado dobra: garras delicadas, comuns em anéis mais finos, podem ceder com pequenos impactos e ainda prender em tecidos como malhas, forros de casaco e até lençóis durante o sono, aumentando o risco de a pedra soltar ou cair.
Alguns dos maiores riscos para a sua joia não são quedas ou pancadas: são pequenos hábitos do cotidiano.
Guarde cada joia separadamente, em porta-joias com divisórias ou saquinhos de tecido macio: o contato entre metais é uma das principais causas de arranhões.
“Recomendamos uma visita ao joalheiro a cada seis meses a um ano — ou sempre que notar uma pedra bambeando, uma peça opaca ou antes de um evento especial.”
Não. São duas ligas diferentes, mas ambas ouro de verdade. O ouro 18K (750) tem 75% de ouro puro. O ouro americano, também chamado de ouro 10K ou 416, tem 41,6% de ouro puro combinado a uma proporção maior de outros metais, o que o deixa mais resistente a riscos e amassados. Trabalhamos com as duas.
O ideal é evitar. Sabonete, xampu, cloro e água salgada opacam o brilho do metal e, na piscina ou no mar, o frio faz os dedos ficarem ligeiramente mais finos, aumentando o risco de perder um anel sem perceber.
Não necessariamente. O escurecimento costuma vir do contato diário com suor, cremes, perfume e poeira, não da qualidade do ouro. Uma limpeza regular, com polimento profissional de tempos em tempos, devolve o brilho original.
O recomendado é não dormir com joias. Durante o sono, os movimentos são involuntários: o suficiente para prender uma corrente no travesseiro ou pressionar um anel contra o colchão.
As garras que fixam a pedra podem, com o tempo e o uso, sofrer pequenos impactos ou abrir levemente, especialmente em modelos de aro fino. Ao notar qualquer folga, leve a peça a um joalheiro o quanto antes: reapertar uma garra é simples, perder a pedra é que não tem volta.
Não é recomendado. Impacto, pressão e o contato com equipamentos podem amassar o metal e comprometer a fixação das pedras. O ideal é guardar suas joias antes do treino e vesti-las de volta depois.